
No penúltimo dia
Do penúltimo mês
Do penúltimo ano
Da penúltima década
Do penúltimo século
Nasceu um menino...
O Arauto do Caos
Durma com esse MEDO





Yesterday is a wrinkle on your forehead Yesterday is a promise that you've broken Don't close your eyes Don't close your eyes This is your life and today is all you've got now And today is all you'll ever have Don't close your eyes Don't close your eyes This is your life Are you who you want to be
It's my life It's now or never I ain't gonna live forever I just want to live while I'm alive

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Um dia tentei dar nomes às vozes da minha cabeça... Eles não gostaram dos nomes... B1: main core B2: filósofa e sentimental B3: o ogro sádico e arrogante Bn: sombras sem face nem perfil.

Poucos segundos passam, mas aos olhos dela uma eternidade. As servas do jardim gritam, chamam pelo patrão, que não responde, ainda congelado olhando para suas mãos calejadas. A mulher vence seus gritos de dor interior e toca gentilmente o ombro de seu marido, que a olha assutado como que despertado de um pesadelo, mas pesadelo esse longe de seu fim. O homem levanta e abraçado com a esposa saem para o jardim ver o motivo de tal alvoroço. Lá está um servo, sentado no chão, sujo de terra e sangue seco, rosto desfigurado, um olho inchado a ponto de não conseguir se manter aberto, lágrimas escorrem de seus olhos, suor de sua face. Sua voz é embargada e triste: "Patrão, vieram de todos os lados, não vi, não consegui contar, eram muitos! Roubaram todo o gado, as ovelhas, as cabras, espancaram todos até a morte, desmaiei logo no começo, quando acordei, não havia sobrado nada."
"Ladrões? O que está acontecendo? Meus filhos estão mortos e agora roubaram todo o nosso gado? Deus está contra nós! O que fizemos de errado?" - a senhora não sabe o que fazer, seu marido parece ter entrado em estado catatônico novamente. Ela dá a ordem para que as servas cuidem das feridas do homem e o limpem. Volta-se para o seu marido que está com o olhar fixo na colina, mas parece que seu transe está diferente, sua boca está aberta como se estivesse vendo... - "Fumaça? Será que tem algo pegando fogo? Quem é aquele que vem lá, a cavalo, como se fugisse de algo? Conheço-o!".
Chega o homem todo sujo de fuligem, gritando e em prantos. O responsável pela plantação de trigo. Quando mais nova, ela subia a colina para admirar a plantação de trigo, os campos dourados. Sentava com seu esposo no topo e via o sol se por atrás dos campos que brilhavam como nenhuma jóia que ela tivesse alguma vez visto. A voz do homem a traz de volta de sua memória. Lá está ele falando de um raio vindo do céu, em meio a uma tarde ensolarada, caindo no meio da plantação que toda madura, pronta para a colheita, se incendiou de uma forma impossível de conter. Alguns homens morreram tentando apagar o incêndio e por fim não havia mais o que salvar.
O espanto da mulher é único, ela olha para o marido que se joga no chão, suas mãos esfregam a terra como se quisesse cavar a própria sepultura e se enterrar nela neste instante. Jogando terra sobre a cabeça e rasgando as roupas. "Nunca vi este homem se comportar assim! Deve ter ficado louco!" - tenta segurá-lo, pará-lo, mas ele começa a gritar e chorar. Sua voz quebrada profere uma frase em meio à dor e ele volta a esfregar o rosto na terra, com a boca no pó e chorar.


Diga-se de passagem uma "senhora" casa, pois seu marido era um homem de muitas posses, além do bom e do melhor em jóias e roupas, ele lha havia dado sete filhos e três filhas. Os filhos já adultos, casados, homens de negócio, sempre cuidando das coisas da família e do que haviam adquirido ao longo dos anos. As filhas, as mais lindas da região, duas já casadas com bons homens da cidade e a terceira, a mais nova já estava noiva de um moço rico da cidade vizinha, bom rapaz, tudo havia sido aprovado, seu marido se alegrou muito com a notícia do noivado e já estava se preparando a festa de casamento que estava marcada para para o início da colheita.
Seu marido era um bom homem, tinha muitas cabeças de gado, possuía o maior rebanho de gado graúdo e miúdo das quatro grandes regiões em que viviam, sua plantação de trigo e cevada era invejada por mais agricultores que se podia contar. Seus servos faziam tudo conforme as ordens dele e se alegravam com a bondade do patrão.
Apesar das muitas posses, o homem era honesto, correto, cheio de amigos sábios, conselheiros, que o visitavam na época da entre safra. Tal homem era tão correto que se preocupava até com as práticas de seus filhos, tentado sempre, da melhor forma possível, eliminar qualquer culpa que houvesse por parte deles perante Deus. Temia que as festas que seus filhos faziam poderia de alguma forma desagradar ao Deus que tanto os abençoava e protegia.
O mesmo Deus que ela deixou de acreditar neste dia, quando como por obra do destino, seu mundo inteiro estava virando de ponta cabeça. A notícia veio como uma nuvem negra em um dia de sol. Um dos empregados do filho mais velho, que estava dando uma de suas festas, com todos os irmãos presentes, aparece todo sujo na presença dela e de seu marido para dizer que uma tragédia havia acontecido, a casa onde a festa ocorria havia desmoronado todos haviam morrido. "Arranque meu coração com uma pá, remova minhas vísceras com espetos quentes, banhe meus rins em óleo fervente, mas não me diga que meus filhos morreram! Choro? Desespero? Não haviam palavras suficientes para descrever o que quebrou dentro dela a partir daquele momento.

marlon@stonestudio:~$ ssh-keygen -t rsa Generating public/private rsa key pair. Enter file in which to save the key (/home/marlon/.ssh/id_rsa): Enter passphrase (empty for no passphrase): Enter same passphrase again: Your identification has been saved in /home/marlon/.ssh/id_rsa. Your public key has been saved in /home/marlon/.ssh/id_rsa.pub. The key fingerprint is: c4:21:e2:1c:d5:17:00:3a:e8:3b:a7:52:1c:98:6e:ee marlon@stonestudio The key's randomart image is: +--[ RSA 2048]----+ | o.+oo... | | + + o... | | o. = o. | |o.. . . | |.... S | | oo. | |o.o . | |.. + | |.E. | +-----------------+3 - Entra na pasta da chave
marlon@stonestudio:~$ cd ~/.ssh4 - copia a chave pública para o arquivo de autorização
marlon@stonestudio:~/.ssh$ cp id_rsa.pub authorized_keys marlon@stonestudio:~/.ssh$ ls authorized_keys id_rsa id_rsa.pub known_hosts